Artigos
ANO XVIII – NÚMERO 21 – 2016
COMUNIDADE EM MUSICOTERAPIA CONSTRUINDO COLETIVOS
-
Enviado
-
29 março 2021
-
Publicado
-
30-12-2016
Resumo
O objetivo desse artigo é relacionar o conceito de Comunidade como construção de coletivos da Teoria Ator-Rede de Bruno Latour e a atuação Musicoterapêutica Comunitária. Para isso, parte da apresentação do ponto de vista conceitual de Latour e da metodologia Ator Rede (TAR) que busca a análise de controvérsias, detendo-se nos conceitos de grupo ou comunidade, redes e porta-vozes; exemplifica a pesquisa social das musicoterapeutas Grazielly Aquino e Raquel Siqueira Silva dentro da abordagem das redes e propõe uma ação clínica na concepção de que a comunidade é rede e a intervenção é sempre política. Conclui compreendendo que faz parte dos deveres políticos do cientista social devolver aos atores a capacidade de produzirem suas próprias teorias acerca do que forma o social. Para o musicoterapeuta, a política estaria na atitude de mediar, traduzir, misturar as situações, objetos, música, teoria e costurar sentidos, potências e vínculos. Convivendo em territórios tão dramáticos como os dos dias atuais, podemos encontrar na arte algumas das respostas que precisamos para nos auxiliar a construir outras maneiras de produzirmos novas subjetividades, promovermos coletivos em que haja invenção.
-
Marina Freire,
Aline Moreira,
Arthur Kummer,
PROTOCOLO DE ATENDIMENTO DE MUSICOTERAPIA IMPROVISACIONAL MÚSICO-CENTRADA PARA CRIANÇAS COM AUTISMO
,
Brazilian Journal of Music Therapy: ANO XVII – NÚMERO 18 – 2015
-
Douglas Nogueira Santos,
Hérica Correa Leonel de Pontes,
Juliana Rodrigues Soares,
Adriana Leite Martins,
A INFLUÊNCIA DA MUSICOTERAPIA NO TRATAMENTO DE CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL – UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
,
Brazilian Journal of Music Therapy: ANO XV – NÚMERO 15 – 2013
-
Rosemyriam Cunha,
Cynara Molina de Freitas,
Felipe de P. Silva,
Fernanda Perla R. A.Aragão,
Fernando Toshikazu Senda,
Henryque de M. Cunha,
Júlia A. Ramos,
Maico A. Lourenção,
Stefanie M. Reis,
Musicoterapia no ensino remoto
,
Brazilian Journal of Music Therapy: ANO XXIII – NÚMERO 30 – 2021
-
Liliam Cafiero Ameal,
Gunnar Glauco De Cunto Carelli Taets,
Alfred Sholl-Franco,
UTILIZAÇÃO DE MÍDIAS DIGITAIS PARA A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA
,
Brazilian Journal of Music Therapy: ANO XXI – NÚMERO 27 – 2019
-
Kezia Paz,
“COMO É QUE FAZ PRA SAIR DA ILHA?” PONTES E ATRAVESSAMENTOS ENTRE A PANDEMIA, O SUAS E A MUSICOTERAPIA.
,
Brazilian Journal of Music Therapy: ANO XXII – NÚMERO 28 – 2020
-
Márcia Cirigliano,
A Canção- Âncora: descrevendo e ilustrando a contratransferência em Musicoterapia
,
Brazilian Journal of Music Therapy: ANO IX – NÚMERO 7 – 2004
-
Revista Brasileiras de Musicoterapia,
Resumos de Monografias da primeira turma de Especialização em Musicoterpia da Universidade Federal de Goiás
,
Brazilian Journal of Music Therapy: ANO II – NÚMERO 3 – 1997
-
Marta Estrella Esteves,
A PAISAGEM SONORA CONTEMPORÂNEA DO BAIRRO DA ROCINHA NA PERSPECTIVA HISTÓRICA DA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE SOCIAL, INFLUÊNCIAS ÉTNICAS E IMPLICAÇÕES COMPORTAMENTAIS SOB A ÓTICA DA MUSICOTERAPIA
,
Brazilian Journal of Music Therapy: ANO XV – NÚMERO 14 – 2013
-
André Brandalise,
UMA EXPERIÊNCIA DE ADAPTAÇÃO: UM ESTUDO QUALITATIVO ‘ARTS-BASED’ EM COMBINAÇÃO COM MODELO HEURÍSTICO
,
Brazilian Journal of Music Therapy: ANO XVIII – NÚMERO 20 – 2016
-
Allana G. M. Santana,
Fabiane M. Shimoze,
Clara Y. Ikuta,
A EXPERIÊNCIA DO USO DA ESCALA INDIVIDUALIZED MUSIC THERAPY ASSESSMENT PROFILE (IMTAP) EM PACIENTES COM PARALISIA CEREBRAL
,
Brazilian Journal of Music Therapy: ANO XVII – NÚMERO 19 – 2015
<< < 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 > >>
Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.